terça-feira, fevereiro 4

Chegou a hora de escolher o curso de faculdade, o que eu faço?


Hi girls, hoje vou contar para vocês sobre minha dificuldade de escolher qual curso de faculdade.
Eu terminei o ensino médio em 2007 eis então que veio o desespero o que eu devo fazer? Eu não sei o que eu gosto de fazer, então eu analisei o que eu queria onde eu queria ir, e no fim optei pelo curso de Relações Internacionais, pois sempre sonhei em ir para os Estados Unidos. Só que na época eu não queria estudar de noite e não tinha pessoas suficientes para fechar uma turma para o turno matutino, então eu desisti de fazer o curso, acho que foi Deus que quis assim.
Passado alguns anos eu conheci a Saga Twilight, e bum já sei o que vou fazer, vou fazer jornalismo porque assim quem sabe algum dia eu consiga entrevistar o meu ídolo. Em agosto de 2009 entrei para faculdade de jornalismo, mas eu não estava nem aí para nada, reprovei em varias matérias e foi indo que eu me desestimulei e em 2011 parei de estudar.
Esse ano eu percebi que está na hora de eu dar um rumo a minha vida pois já estou com 24 anos e esse ano faço 25, então voltei a velha duvida o que eu quero fazer? Quero voltar para o jornalismo ou quero fazer Relações Internacionais? Então decidi analisar a grade dos dois cursos. E percebi que o que eu realmente amo é jornalismo que é algo que tem mais pratica e é um curso que abrange varias áreas, já Relações Internacionais é um curso de muita teoria e muita politica.
Minha dica é pense bem no que deseja fazer analise bem e quando for fazer faça com determinação para que você não fique desestimulada igual eu fique, se eu não tivesse parado de estudar eu estaria formando esse ano. Mas não me arrependo, pois tudo é aprendizado.
Esse ano vou voltar para o jornalismo e espero conseguir concluir o meu curso e me tornar uma jornalista.

 Relações Internacionais:
MERCADO DE TRABALHO

Nosso Projeto Pedagógico prevê a realização de estágio não obrigatório, que pode ocorrer em empresas, associações comerciais, industriais ou de classe e em instituições públicas, com a supervisão de um professor do curso. Prevê-se a inserção profissional do egresso nos setores público, privado, acadêmico e no terceiro setor (organizações internacionais e organizações não-governamentais). O campo de atuação profissional em RI inclui cargos de alto nível nesses setores. A seguir, destacam-se carreiras profissionais de acordo com cada setor.

No setor público: Carreira Diplomática (Ministério das Relações Exteriores - MRE); Oficial de Chancelaria (MRE); Analista de Comércio Exterior (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC); Oficial de Inteligência (Agência Brasileira de Inteligência - ABIN); Consultor legislativo do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; e Assessor da área internacional de governos federal e estadual.
No setor privado: Agente de Comércio Exterior; Agente financeiro; Analista de mercado; Assessor em Câmaras Bilaterais de Comércio; e Assessor em Entidades Patronais (Federação das Indústrias do Estado de Goiás - FIEG, Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás - ACIEG, etc.).
No setor acadêmico: pesquisador (o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – IPEA – tem contratado pesquisadores), professor universitário e gestor acadêmico-administrativo (Coordenador de curso, Diretor de Instituto, Assessor Internacional de universidades).
No terceiro setor: organizações internacionais (Mercosul, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Organização Mundial de Comércio, Agência das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) e organizações não-governamentais (Greenpeace, WWF, entre outras), como consultor, assessor e gestor de projetos.
Abaixo, é esclarecido o conjunto de atribuições contidas em cada um dos três eixos acadêmico-profissionais mencionados no PP.

Analista em política internacional e integração americana: Como assessor em órgãos públicos, planeja, orienta, promove e coordena o processo de planejamento de programas, projetos e atividades internacionais. Assiste Prefeitos, Governadores, Ministros e outros órgãos da Administração Pública direta e indireta, atuando na coordenação e na supervisão dos assuntos internacionais; implementando, em coordenação com diferentes órgãos e entidades públicas, as diretrizes da política externa brasileira; organizando e subsidiando a participação do órgão em feiras de negócios, conferências, assembléias e comitês internacionais. Como Diplomata, representa o Brasil perante nações, organizações internacionais e outros atores internacionais; coleta informações para formulação da política externa; elabora e programa políticas de cooperação internacional; participa de reuniões internacionais; assiste as legações consulares e diplomáticas brasileiras no exterior; protege a vida e os interesses dos brasileiros no exterior; divulga a cultura e os valores brasileiros. Como Oficial de Inteligência, coleta e analisa informações; identifica oportunidades, antagonismos e ameaças, reais ou potenciais, para os mais altos interesses da sociedade e do País; coordena o fluxo de informações necessárias às decisões da Presidência da República. Como Assessor Parlamentar, assiste parlamentares com relação aos temas internacionais e da política externa brasileira que forem colocados em pauta; realiza estudos, notas técnicas e pesquisas para Senadores, Deputados e Comissões, compreendendo a produção escrita de proposições legislativas, emendas, relatórios, pareceres, discursos, revisões de trabalhos e o atendimento a consultas diversas de parlamentares.
Analista em cooperação internacional: No setor público, no privado e no terceiro setor, prepara resenhas, textos analíticos, discursos e relatórios de reuniões; organiza eventos e participa da elaboração, gestão e avaliação de projetos; realiza pesquisas, compila dados estatísticos; e elabora projetos de captação de recursos e estratégias de internacionalização de atividades. No setor público e no terceiro setor, estuda o potencial de articulação internacional de políticas públicas, elabora, implementa e monitora políticas de cooperação internacional, para a Administração Pública, para estados, para prefeituras, para associações de governos e de municípios, para associações de setores econômicos, entre outros.
Analista em comércio e negociações internacionais: Participa de atividades de promoção comercial no exterior, comunicando-se, negociando e cooperando com governos, consumidores, investidores e empresas; assessora a execução de pesquisas de mercado; elabora de políticas de comércio exterior, de defesa comercial; analisa operações de comércio, de crédito e de financiamento; compila e analisa dados sobre fluxos comerciais e financeiros e sobre balança comercial; prepara discursos e textos institucionais; analisa variáveis políticas, socioculturais, econômicas e de segurança, no âmbito internacional, que podem afetar empresas e que representam oportunidades de negócios; elabora estratégias de internacionalização de empresas; e realiza o planejamento do comércio exterior, incluindo logística, vendas e finanças internacionais.

Jornalismo:
O Curso
O curso de Jornalismo da PUC Goiás forma profissionais capazes de entender o complexo sistema midiático e compreender criticamente a realidade em que estão inseridos. Ao longo da graduação, os alunos têm a possibilidade de apreender as ferramentas necessárias para a identificação de fatos jornalísticos, exercitando práticas de coleta e de publicação de informações sobre eventos atuais, em matérias noticiosas, e na construção de reportagens e textos analíticos.

O desafio do curso de Jornalismo é proporcionar ao aluno um ambiente que permita a compreensão intersubjetiva da realidade social; a linguagem e o estilo praticados no Jornalismo como componentes da formação dos consensos e da instituição, reprodução e discussão de normas. Esta formação concebe a profissão de jornalista como prática social que contribui para a compreensão e reconstrução social da realidade, que produz sentido, constituindo-se como atividade comprometida com a reflexão ética e política na construção da cidadania e da autonomia dos sujeitos históricos.

Mercado de Trabalho

Para desenvolver suas atividades, o profissional formado em jornalismo tem como local típico de trabalho departamentos de comunicação de empresas nacionais e multinacionais, departamento de empresas jornalísticas, departamento de imprensa nos órgãos públicos oficiais, sindicatos, ONGs, associações comunitárias, centros de ensino e pesquisa, além das demais possibilidades de trabalho na área de comunicação social em geral. Nesses setores ele pode atuar em:

- Assessoria de Imprensa e de Comunicação, promovendo o contato entre uma organização e a imprensa, a fim de divulgar o nome da empresa, seus valores e produtos, além de elaborar publicações destinadas a funcionários da empresa e os seus clientes;

- Reportagem, coletando informações e redigindo textos para divulgação em rádio, televisão, jornais impressos, revistas e Internet;

- Edição, definindo o enfoque e a abrangência das reportagens produzidas pela equipe de redação;


- Fotojornalismo, registrando fotograficamente os fatos jornalísticos que irão compor as reportagens em jornais impressos, revistas ou Internet.

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